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Saúde e Prevenção
Eles procuram, mas não usam PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Alexandre   
Sex, 18 de Junho de 2010 14:38
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Estudo feito pelo Ministério da Saúde revela que rapazes que fazem sexo com outros homens usam menos o preservativo que os heterossexuais. As respostas de jovens de dez cidades mostram que 53,9% dos gays, bissexuais e curiosos entre 13 e 24 anos usaram camisinha na primeira relação sexual, abaixo dos 62,3% registrados entre rapazes em geral, na mesma faixa etária.
A situação se repete quando o assunto é sexo com parceiros fixos – situação em que todos os jovens mais dispensam proteção. A camisinha é mais usada com parceiros casuais. Pouco mais de metade dos jovens, gays ou não, escolhe o sexo seguro.

Os números divulgados durante o 8º Congresso de Prevenção das DST e Aids ajudam a explicar recentes dados epidemiológicos. Entre adolescentes de 13 a 19 anos, há mais casos de Aids por transmissão homossexual do que heterossexual. A diretora do departamento de DST, aids e hepatites virais do ministério, Mariângela Simão, vê um comportamento de risco no percentual de rapazes gays que realizam o teste de HIV como rotina (o dobro do registrado em 2008). “Significa que não fazem sexo seguro e usam o teste como prevenção”. Contraditoriamente, o estudo indica que a população gay é mais bem informada e procura mais centros públicos para ter acesso a camisinhas.

Outros dados revelam o preconceito a que gays estão expostos. Dos ouvidos, 12,4% disseram já ter sido agredidos fisicamente, 51,3% disseram já ter sido discriminados no trabalho e 29,6%, ter sofrido discriminação por causa da orientação sexual alguma vez. 
Saiba mais
66% dos jovens gays buscam a camisinha gratuita distribuída em postos de saúde.
33,9% da população masculina de heterossexuais fazem isso.
53,9% dos gays já fizeram o teste de HIV por curiosidade ou por acharem que corriam risco de contrair aids.
Para 16,7%, é rotina. 32,7% dos heteros já fizeram o exame.
Anexos:
Fazer download deste arquivo (sexo seguro.pdf)Sexo Seguro[ ]19 Kb
Última atualização em Seg, 21 de Junho de 2010 13:23
 
Planos de Saúde terão que aceitar Parceiros LGBT's PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Associação Arco-Íris   
Seg, 10 de Maio de 2010 21:00
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O que antes era uma grande dúvida entre as empresas de convênios médicos, passou a ser um direito reconhecido da Comunidade Gay. A partir de agora, todos os planos de saúde do país são obrigados a aceitar a adesão de casais Homossexuais.

Com a medida, o companheiro do mesmo sexo de uma união estável também tem as mesmas coberturas previstas pela assistência médica, como consultas, internações, exames e tratamentos.

A garantia está prevista numa súmula normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que já foi publicada no Diário Oficial da União. Com essa divulgação, a mudança já está em vigor.

"Para fins de aplicação à legislação de saúde suplementar, entende-se por companheiro de beneficiário titular de plano privado de assistência à saúde pessoa do sexo oposto ou do mesmo sexo", esclarece a súmula.

Segundo a ANS, a medida leva em consideração normas já existentes no Código Civil e na Constituição, que fala em igualdade de tratamento e "proibição de discriminações odiosas".

A ANS informou que tomou essa iniciativa para dar mais clareza às empresas do setor. Na avaliação do órgão, muitas operadoras ainda tinham dúvidas sobre o assunto, inclusive se o parceiro Homossexual tinha cobertura assegurada.

Por meio de assessoria de imprensa, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, disse que a súmula da agência serviu como um esclarecimento às empresas e ao público beneficiado. Ele acredita na possibilidade de um aumento na procura dos planos de saúde por esse público.

Para aceitar casais nessa condição, algumas operadoras já se preparam para se adequar à regra da ANS. A SulAmérica destacou que aceitará a inscrição de companheiro do mesmo sexo mediante uma declaração pública de união estável, registrada em cartório. Procuradas, a Amil e a Unimed Paulistana não se manifestaram.

Para o advogado especializado em relações de consumo, Aristóbulo Freitas, a decisão da ANS reitera as sentenças favoráveis já concedidas no Superior Tribunal de Justiça (STJ). “A súmula da ANS vai resolver a situação de uma enxurrada de processos dessa natureza em tramitação no país”, avaliou.

O presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT, Alexandre Santos, o Xande, salientou que a determinação da agência reguladora garante direitos iguais para todos, independentemente da orientação sexual. “É mais uma luta vencida por todos nós, pois muitas operadoras não aceitavam o companheiro no plano de saúde”, comemorou.

Fonte: Central de Notícias Gays

 
Pessoas que vivem com HIV/aids serão vacinadas contra o Vírus da Influenza A (H1N1) PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Associação Arco-Íris   
Ter, 16 de Março de 2010 21:00
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Vacinação de portadores de doenças crônicas está incluída na 2ª Etapa da campanha do Ministério da Saúde, que começa em 22 de março

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde orienta as pessoas que vivem com HIV/aids a procurarem os postos no período de 22 de março a 2 de abril, quando será realizada a 2ª Etapa de Vacinação contra o Vírus da Influenza A (H1N1).

Nesta segunda etapa, serão vacinados os portadores de doenças crônicas, incluindo “pacientes com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada” a este tipo de enfermidade. No mesmo período, haverá também a vacinação de gestantes e crianças com idades desde os seis meses até as que não tenham completado dois anos ainda.

As pessoas que vivem com HIV/aids devem ser vacinadas, independentemente de sua contagem de linfócitos T CD4+. Ao se dirigirem aos locais de vacinação, precisam informar que possuem uma doença crônica, não sendo necessária a revelação de seu diagnóstico por ser resguardado o direito ao sigilo e à confidencialidade.

Segundo nota técnica do Ministério da Saúde divulgada em 11 de março, os serviços de atendimento devem recomendar às pessoas vacinadas que não realizem a coleta de exames de carga viral e contagem de Linfócitos T CD4+ nas 4 semanas subsequentes à administração da vacina. Isto decorre da possibilidade de ocorrência do processo de “transativação heteróloga”, pelo qual acontece a ativação do sistema imunológico, podendo alterar o resultado da contagem.

Serviço:

Data da 2ª Etapa de Vacinação: de 22 de março a 2 de abril.
Local: Postos de saúde com salas de vacinação de todo o país

Fonte: Ministério da Saúde

 
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